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RGE investe R$ 129 milhões no sistema elétrico de sua área de concessão no primeiro semestre de 2016

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Assessoria de Imprensa   14/09/2016

Caxias do Sul, 15 de setembro de 2016 – A Rio Grande Energia (RGE), distribuidora da CPFL Energia responsável pelo fornecimento de energia a 1,46 milhão de clientes em 255 municípios gaúchos, investiu R$ 129 milhões na expansão, modernização e manutenção do seu sistema elétrico no primeiro semestre de 2016. Esse volume segue a mesma linha estratégia de investimentos realizados pela companhia no primeiro semestre do ano passado.

No geral, os municípios atendidos pela RGE receberam investimentos na ampliação e melhoria das redes elétricas primárias e secundárias, na substituição e manutenção de equipamentos e no suporte ao crescimento do mercado. Os projetos preparam o sistema elétrico para o aumento futuro da demanda por energia tanto dos clientes industriais quanto dos consumidores residenciais e comerciais, além de tornar a rede mais resistente aos fatores climáticos.

Do valor total, a concessionária destinou R$ 43,8 milhões na execução de projetos que viabilizam a expansão do mercado consumidor e do número de clientes. Esses investimentos foram destinados à instalação de novos medidores para os consumidores residenciais, industriais e comerciais e à expansão das redes elétricas, especialmente na execução de projetos para levar a rede trifásica a novos pontos na zona rural dos municípios.

As ações de suporte de crescimento do mercado receberam R$ 24,1 milhões, cujos recursos foram aplicados na adequação e no aumento de capacidade de subestações e linhas de transmissão e na adequação de capacidade de redes de distribuição. Já os investimentos em melhorias na rede elétrica somaram R$ 14 milhões, os quais foram destinados a melhoramentos nas redes primária e secundária, entre outros.

A RGE ainda direcionou R$ 24,8 milhões na manutenção do sistema elétrico no primeiro semestre de 2016. Os recursos foram aplicados na manutenção de linhas de transmissão e subestações, em reparos emergenciais na rede elétrica, na troca de transformadores avariados, entre outros. Por sua vez, os projetos voltados para o combate às perdas comerciais, por meio da substituição de medidores obsoletos, consumiram outros R$ 863 mil em investimentos no período.

Também, para modernizar a rede e deixá-la mais resistem às intempéries e menos vulnerável, a RGE reservou R$ 12,8 milhões para a substituição de postes de madeira por novos postes de concreto. Neste valor também estão contabilizadas as instalações de novos equipamentos de telemedição de energia para clientes do Grupo A e a incorporação equipamentos que eram particulares ao sistema.
 
“Nosso investimento é planejado estrategicamente e dividido em todos os municípios da área de concessão para alcançar eficiência operacional e garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento de energia, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico das comunidades que atuamos”, afirma o presidente da RGE, José Carlos Saciloto Tadiello.
 
Apesar dos investimentos robustos, a RGE é a concessionária com a menor tarifa de energia residencial entre as grandes distribuidoras do Estado. Atualmente, a tarifa residencial da companhia é de R$ 0,41/kWh.
 
Índices de qualidade no fornecimento de energia elétrica
 
O resultado dos investimentos planejados e executados ao longo dos últimos anos pela RGE garantiu à concessionária o menor índice de duração (DEC) e frequência (FEC) de interrupções de fornecimento de energia do Rio Grande do Sul entre as grandes distribuidoras, segundo o ranking da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
 
É importante destacar que cerca de 2/3 do tempo em que falta energia corresponde a interrupções emergenciais, provocadas por fatores externos ao sistema elétrico, como os temporais (com quedas de árvores), colisões de veículos contra postes e objetos que atingem a rede – pipas, balões e galhos de árvores, além de furtos de cabos. O outro terço corresponde a desligamentos programados, informados previamente aos clientes, e organizados para que a empresa possa executar obras de melhoria na rede elétrica. O desabastecimento causado por fatores externos é inerente ao modelo de rede elétrica existente no Brasil.

 

Tags:
    rge; investimentos; primeiro semestre; 2016; área de concessão; rio grande do sul