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RGE investe mais de R$ 2,2 milhões em Rolante, em 2015

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Assessoria de Imprensa   07/03/2015

Rolante, 8 de março de 2016 – A Rio Grande Energia (RGE), empresa do Grupo CPFL Energia, fez importantes investimentos oara dar mais qualidade e eficiência ao fornecimento de energia elétrica de Rolante em 2015. Entre janeiro e favereiro, a empresa destinou R$ 2,29 milhões para a cidade. O valor corresponde a 15,4 % de todo investimento no Vale do Paranhana, que chegou a R$ 14,9 milhões.

As obras em Rolante foram concentradas no fortalecimento do sistema de distribuição de energia elétrica no município, o que beneficiou diretamente 20,5 mil habitantes e também as cidades vizinhas. 

A RGE destinou recursos, dentro do Plano Estratégico de Manutenção da rede, para trocar 209 postes de madeira por equipamentos de concreto ou fibra, que são mais resistentes e, por consequência, uma maior vida útil. Também foram instalados 525 novos postes de concreto para a ampliação da rede, especialmente a trifásica para as comunidades do interior e também para atender as demandas comerciais e residenciais da cidade. 

Uma dessas obras aconteceu na Estrada Boa Esperança. Com um investimento superior a R$ 60 mil serviu para melhor a eficiência no fornecimento de energia a toda localidade de Boa Esperança. Que ainda teve a capacidade de carga ampliada com a instalação de parte dos 73 novos transformadores que passaram a fazer parte da malha elétrica da cidade. 


Índices de qualidade no fornecimento de energia elétrica

Fruto dos investimentos em todas as cidades de sua área de atuação, a RGE possui o menor índice de duração (DEC) e frequência (FEC) de interrupções de fornecimento de energia do Rio Grande do Sul entre as grandes distribuidoras, segundo o ranking da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O DEC, índice que representa a média do tempo que o cliente da RGE ficou sem energia durante o período de um ano, foi 15,98 horas em 2015, enquanto o FEC, índice que mede a frequência de interrupções no fornecimento, em média, por cliente, foi de 8,33 vezes em 2015. 

É importante destacar que cerca de 2/3 do tempo em que falta energia corresponde a interrupções emergenciais, provocadas por fatores externos ao sistema elétrico, como os temporais (com quedas de árvores), colisões de veículos contra postes e objetos que atingem a rede – pipas, balões e galhos de árvores, além de furtos de cabos. O outro terço corresponde a desligamentos programados, informados previamente aos clientes, e organizados para que a empresa possa executar obras de melhoria na rede elétrica. O desabastecimento causado por fatores externos é inerente ao modelo de rede elétrica existente no Brasil. 

Tags:
    rge; investimento; rede elétrica; rolante; 2015; rio grande do sul