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RGE investe R$ 632 mil na rede elétrica de Rondinha, em 2015

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Assessoria de Imprensa   09/03/2016

Rondinha, 10 de março de 2016 – Dentro do planejamento de investimentos, a Rio Grande Energia (RGE), distribuidora do Grupo CPFL Energia, comprimiu mais uma etapa de investimentos em Rondinha em 2015. A concessionária aplicou R$ 632 mil para a ampliação e na manutenção da rede elétrica já existente.

Somente na rede elétrica de baixa tensão, que atende consumidores residenciais e comerciais, a concessionária investiu R$ 89 mil, trazendo mais eficiência ao serviço de energia oferecido à população de Rondinha. Na rede secundária, outros R$ 115 mil foram aplicados para dar mais robustez ao sistema elétrico local, que ganhou mais capacidade de carga com a instalação de 38 novos transformadores. 

A rede elétrica da cidade também recebeu uma nova estrutura para a distribuição de energia com a substituição de 74 postes de madeira e a instalação de outros 164 de concreto para possibilitar a ampliação do sistema. A RGE também incorporou à sua malha redes elétricas existentes, as quais receberam R$ 35 mil para ser adequada aos padrões técnicas e de qualidade da concessionária.

O presidente da RGE, Roberto Sartori, ressalta que o município continuará recebendo investimentos na manutenção e ampliação da rede elétrica. A cidade é parte essencial da estratégia para o aumento da confiabilidade de todo o sistema elétrico da RGE, em especial na microrregião de Palmeira das Missões, onde a empresa investiu R$ 8,7 milhões entre janeiro e dezembro do ano passado. 

Índices de qualidade no fornecimento de energia elétrica

Fruto dos investimentos em todas as cidades de sua área de atuação, a RGE possui o menor índice de duração (DEC) e frequência (FEC) de interrupções de fornecimento de energia do Rio Grande do Sul entre as grandes distribuidoras, segundo o ranking da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O DEC, índice que representa a média do tempo que o cliente da RGE ficou sem energia durante o período de um ano, foi 15,98 horas em 2015, enquanto o FEC, índice que mede a frequência de interrupções no fornecimento, em média, por cliente, foi de 8,33 vezes em 2015. 

É importante destacar que cerca de 2/3 do tempo em que falta energia corresponde a interrupções emergenciais, provocadas por fatores externos ao sistema elétrico, como os temporais (com quedas de árvores), colisões de veículos contra postes e objetos que atingem a rede – pipas, balões e galhos de árvores, além de furtos de cabos. O outro terço corresponde a desligamentos programados, informados previamente aos clientes, e organizados para que a empresa possa executar obras de melhoria na rede elétrica. O desabastecimento causado por fatores externos é inerente ao modelo de rede elétrica existente no Brasil. 

Tags:
    rge; investimentos; 2015; energia elétrica; rondinha; rio grande do sul