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RGE e RGE Sul investiram R$ 232,1 milhões na troca de postes em 2017

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Assessoria de Imprensa   07/02/2018

Caxias do Sul, 8 de fevereiro de 2018 – Uma das principais ações da RGE e RGE Sul para garantir a qualidade do fornecimento de energia elétrica para seus 2,7 milhões de clientes é a substituição dos postes de madeira por unidades de concreto ou fibra em suas redes de distribuição. O projeto, que faz parte do Plano de Manutenção das distribuidoras do Grupo CPFL Energia, atingiu a marca de 91.523 substituições em 2017, uma média de 251 novos postes instalados por dia.

As trocas e instalações de novos componentes ocorrem nos 373 municípios das duas áreas de concessão e tiveram um investimento de R$ 232,1 milhões. Para 2018, a projeção é de que os números sigam na mesma linha dos realizados entre janeiro e dezembro do ano passado.

O presidente da RGE e RGE Sul, José Carlos Saciloto Tadiello, destaca que a substituição de postes é uma das estratégias das distribuidoras para assegurar a qualidade no fornecimento de energia e dar mais robustez a toda rede distribuição, especialmente em regiões do Estado que integram o corredor por onde chegam os temporais vindos dos países vizinhos. "Os recursos aplicados na substituição dos postes estão alinhados com os demais investimentos realizados na rede e ofercem mais robustez a todo sistema. Além disso, temos um ganho de confiabilidade diante as adversidades climáticas que castigam o Estado ao longo do ano", explica o presidente da RGE e RGE Sul, José Carlos Tadiello.

Cabe ressaltar que as duas distribuidoras não implantam mais postes de madeira nos municípios de sua área de atuação e que os existentes são gradativamente substituídos de maneira preventiva, conforme a necessidade. Atualmente, toda substituição de postes de madeira é efetuada por postes de concreto ou fibra (em locais de difícil acesso), independente da motivação da troca.
 
A RGE e a RGE Sul possuem um programa estruturado de manutenção que prevê constantes inspeções em postes de sua responsabilidade. Qualquer troca é realizada quando o poste oferece risco à população ou ao sistema elétrico. Sempre que detectado um problema, equipes técnicas das distribuidoras são enviadas para adotar avaliar a situação e indicar a necessidade de troca emergencial (risco iminente) ou programada (quando não há risco e o desligamento impacta em um número expressivo de clientes).
 
As eventuais quedas de postes normalmente estão associadas a acidentes como colisão de veículos, que podem incidir sobre qualquer tipo de estrutura. Sempre que detectado qualquer problema dessa natureza, equipes técnicas da RGE e RGE Sul são enviadas para adotar as medidas necessárias.
 
Postes autoaterrados

A RGE será a primeira distribuidora de energia elétrica do Brasil a ter postes autoaterrados em sua rede a partir de tecnologia desenvolvida pelo Grupo CPFL. O aterramento do poste é importante porque faz a ligação entre a terra e a rede elétrica, sendo muito útil, por exemplo, quando há incidência de raios. Geralmente são utilizadas hastes na parte inferior do poste e, através de cabos, elas se ligam à rede, que fica no topo.

Com a nova tecnologia, o concreto utilizado na base do poste já terá componentes que permitirão maior condutividade elétrica, eliminando a necessidade das hastes. Um dos principais benefícios dos novos postes é a redução da queima de equipamentos da rede principalmente em dias de temporal. Transformadores, reguladores de tensão e religadores automáticos estarão mais protegidos.

Tags:
    rge; rge sul; investimento; troca de postes; substituição