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Marau recebe R$ 1,6 milhões de investimentos da RGE

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Assessoria de Imprensa   07/03/2016

​​​​​Marau, 8 de março de 2016 – A Rio Grande Energia (RGE), empresa do Grupo CPFL Energia, investiu R$ mais de R$ 1,6 milhão em importantes obras para dar mais qualidade e eficiência ao fornecimento de energia elétrica de Marau ao longo de 2015. O valor representa 13,2% dos R$ 12,1 milhões aplicados pela concessionária na região de Passo Fundo. 

Parte dos recursos investidos em Marau foram destinados à manutenção e expansão da rede secundária do município. A RGE destinou R$ 39 mil no para a qualificação deste sistema. Outros R$ 159 mil foram empregados na absorção de redes já existentes e que agora passam a ser responsabilidade da companhia, o que garante à comunidade um padrão de qualidade que é fiscalizado por órgãos regulatórios. 

Com o Plano Estratégico de Manutenção da rede, A RGE realizou a substituição de 97 postes de madeira por postes de concreto. Com essa medida, a rede ganha mais resistências às intempéries climáticas, responsáveis pela maior parte das interrupções de energia registradas na região. A rede de distribuição do município também foi ampliada com a instalação de 164 novos postes de concreto. ​​

Índices de qualidade no fornecimento de energia elétrica

Fruto dos investimentos em todas as cidades de sua área de atuação, a RGE possui o menor índice de duração (DEC) e frequência (FEC) de interrupções de fornecimento de energia do Rio Grande do Sul entre as grandes distribuidoras, segundo o ranking da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O DEC, índice que representa a média do tempo que o cliente da RGE ficou sem energia durante o período de um ano, foi 15,98 horas em 2015, enquanto o FEC, índice que mede a frequência de interrupções no fornecimento, em média, por cliente, foi de 8,33 vezes em 2015. 

É importante destacar que cerca de 2/3 do tempo em que falta energia corresponde a interrupções emergenciais, provocadas por fatores externos ao sistema elétrico, como os temporais (com quedas de árvores), colisões de veículos contra postes e objetos que atingem a rede – pipas, balões e galhos de árvores, além de furtos de cabos. O outro terço corresponde a desligamentos programados, informados previamente aos clientes, e organizados para que a empresa possa executar obras de melhoria na rede elétrica. O desabastecimento causado por fatores externos é inerente ao modelo de rede elétrica existente no Brasil. 

Tags:
    rge; investimentos; sistema elétrico; marau; rio grande do sul; 2015