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A CPFL Energia estima economia de 0,53 % no consumo de energia no horário de verão 2016/2017

Escrito por:

Assessoria de imprensa   10/10/2016

 

Economia na área de concessão das oito distribuidoras do Grupo pode chegar a 99.832 MWh, energia suficiente para suprir Campinas por 10 dias,  Ribeirão Preto por 19 dias, Bauru por 38 dias, Sorocaba por 18 dias, Santos por 22 dias ou Caxias do Sul por 29 dias

 

Campinas, 11 de outubro de 2016 – Em 43º sua edição, o horário de verão 2016/2017 deve proporcionar uma redução de 0,53% no consumo de energia na área de concessão das oito distribuidoras do Grupo CPFL Energia, nos 569 municípios espalhados pelos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Em volume, a economia prevista é de 99.832 MWh, suficiente para atender a demanda de uma cidade do porte de Campinas (SP) por 10 dias ou Caxias do Sul (RS) por 29 dias. O horário de verão começa a zero hora de 16 de outubro de 2016.

Com a entrada em vigência do horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora em dez estados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Distrito Federal. O horário de verão terá duração de 126 dias, com o término à zero hora do dia 19 de fevereiro de 2017.

O principal objetivo da medida é melhorar o aproveitamento da luz natural. Com os dias mais longos, é possível reduzir o consumo de energia elétrica e diminuir a demanda no horário de pico do consumo, das 18 às 21 horas, reduzindo os custos da operação do sistema elétrico para todos os consumidores (menos térmicas são ligadas) e economia na conta de luz.

Geralmente, as pessoas chegam em casa a partir das 18h, início da noite, após o expediente do trabalho. Logo, uma das primeiras ações é acender a luz de suas residências. Na mesma hora, entram em operação a iluminação pública e os luminosos comerciais, por exemplo. Esse aumento de carga coincide com as atividades da indústria, gerando pico de consumo.

Ao se deslocar o horário oficial em uma hora, dilui-se por um período maior o momento de entrada em funcionamento desses equipamentos. No período do horário de verão, as cargas das residências e de iluminação pública passam a subir após as 19h, quando o consumo industrial começa a cair. Dessa forma, o ganho, além da economia, está em afastar os riscos de sobrecarga no momento que o sistema atinge o seu pico de carga coincidente.

A previsão é de que haja uma redução de 3,7% na demanda de energia durante o horário de pico. Os 99.832 MWh poderiam abastecer, por exemplo, Ribeirão Preto por 19 dias. Veja abaixo outros exemplos deste comparativo:

 

CidadeDias
Americana31
Araçatuba81
Araraquara '83
Bauru38
Bento Gonçalves88
Botucatu62
Caxias do Sul29
Cubatão27
Franca51
Guarujá347
Hortolândia68
Itapetininga93
Itatiba98
Itu61
Jacarezinho403
Jaguariúna91
Jundiaí19
Mococa217
Ourinhos193
Passo Fundo70
Piraju759
Praia Grande79
Salto58
Santa Cruz do Rio Pardo288
Santos22
São José do Rio Pardo209
São José do Rio Preto29
São Miguel Arcanjo938
Sorocaba18
Vinhedo87
Votorantim64​


​Histórico no Brasil


A medida foi adotada pela primeira vez no Brasil em 1931, mas de forma consecutiva, o horário de verão acontece há 28 anos. Esta é 43ª edição do horário de verão no Brasil. Os estados que adotam a medida são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. 

Em 8 de dezembro de 2008, foi assinado pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva o decreto de número 6.558, que estabelece os padrões para as futuras horas de verão em parte do território nacional. Segundo o artigo primeiro do decreto 6.558, fica instituído que a hora de verão de todos os anos tem início a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro, até a zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano seguinte. 

Atualmente, vários países fazem mudança no horário convencional para aproveitar a luminosidade do verão. Entre eles estão os países membros da União Europeia, a maioria dos países que formavam a antiga União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile).

 

Sobre a CPFL Energia

 

A CPFL Energia, há 103 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,8 milhões de clientes em 561 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.144 MW no final do segundo trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

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