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CPFL Energia e Instituto Ecofuturo ampliam parceria e levam projeto Biblioteca Comunitária para o Sul do país

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Assessoria de Imprensa   20/06/2017

São Paulo, 21 de junho de 2017 – A CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, e o Instituto Ecofuturo, organização mantida pela Suzano Papel e Celulose, ampliaram a parceria no projeto Biblioteca Comunitária e levarão a iniciativa ao Sul do país. Na região, a implantação de duas bibliotecas será financiada pela Rio Grande Energia (RGE), uma das empresas do Grupo CPFL Energia no Rio Grande do Sul, e terá investimento de R$ 700 mil.

As cidades beneficiadas com as bibliotecas abertas às comunidades são Igrejinha e Nova Hartz, localizadas no Vale do Paranhana – cerca de 80 kms de Porto Alegre - e foram escolhidas pela RGE com o intuito de apoiar e fortalecer políticas públicas de leitura e de biblioteca. Com o projeto, a concessionária também visa fomentar o acesso a livros de literatura, além de estreitar o relacionamento com o governo municipal, uma vez que as Prefeituras também apoiam a implantação e serão responsáveis pela manutenção dos espaços após inaugurados.
Ao longo do seu desenvolvimento, o projeto, já realizado há 18 anos pelo Ecofuturo, terá intensa participação da sociedade civil, com a mobilização das comunidades do entorno para acompanhamento e sugestões ao processo e à composição de parte do acervo. O objetivo é aproximar ainda as pessoas das novas bibliotecas para que se apropriem do espaço e imprimam nele sua identidade.
O diretor de Sustentabilidade da CPFL Energia, Rodolfo Sirol, destacou a importância da parceria entre o Instituto Ecofuturo e o Grupo para a construção da cidadania por meio do incentivo à cultura. “Um dos princípios da RGE é criar valor para as comunidades onde a distribuidora está inserida. Nossa participação em um projeto que tem como objetivo consolidar a educação por meio do acesso à leitura nos orgulha muito”, frisou.

O processo de implantação das Bibliotecas Comunitárias dura cerca de 18 meses e a inauguração está prevista para o segundo semestre de 2018. A próxima etapa envolve a definição dos locais específicos que receberão as unidades. Os pontos serão determinados pelo Instituto Ecofuturo, em conjunto com o Poder Público, após a realização de um diagnóstico que avalia informações sobre o município, incluindo dados sobre educação e leitura, e uma visita técnica da equipe responsável. Por ter caráter comunitário, um dos pré-requisitos para a implantação é que a comunidade tenha acesso irrestrito à biblioteca, além dos alunos e professores, quando instaladas em escolas da rede municipal.

Cada unidade receberá 1 mil livros novos de literatura, dois computadores, impressora, software para gestão da biblioteca, equipamento de TV, Blue Ray e parte do mobiliário que compõe o espaço. Além disso, o projeto contempla a capacitação de cerca de 40 profissionais em cada cidade para atuarem como auxiliar de biblioteca e promotor de leitura. A previsão é que, por ano, cerca de 12 mil pessoas frequentem os locais.

Com as novas bibliotecas no Sul do país, o projeto Biblioteca Comunitária alcançará o marco de 112 unidades distribuídas em 12 estados brasileiros. Para Marcela Porto, superintendente do Instituto Ecofuturo, a ampliação do projeto é importante para fomentar a promoção de leitura no Brasil e a construção de um futuro mais sustentável. “O projeto busca atender os interesses das comunidades locais e oferecer literatura de qualidade a todos, contribuindo para a democratização do acesso ao livro e para promoção de leitura. Entendemos que o desenvolvimento desta competência, em conjunto com a escrita, é fundamental para assegurar o acesso ao conhecimento e a formação de cidadãos mais críticos e conscientes, capazes de interagir de forma responsável e positiva entre si e com o ambiente em que vivem”, afirma.

O investimento do Grupo CPFL Energia no projeto Biblioteca Comunitária faz parte da sua estratégia de uso dos recursos do subcrédito social, uma linha de crédito concedida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quando uma empresa contrata um financiamento para a realização de investimentos. Com este crédito, a companhia tem buscado apoiar negócios de impacto e políticas públicas que promovam a melhoria dos indicadores sociais de suas comunidades. Até o momento, a CPFL Energia já investiu R$ 1 milhão no projeto Biblioteca Comunitária e, junto ao Ecofuturo, está implantando três bibliotecas em escolas públicas nas cidades de Bebedouro, Campinas e Marília, no interior de São Paulo.
 
Tags:
    rge; ecofuturo; parceria; bibliotecas; nova hartz; igrejinha; cpfl