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Complexo Eólico Gameleiras entra em operação, no Rio Grande do Norte

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Assessoria de Imprensa   06/10/2021

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Com investimento de R$ 397 milhões, os quatro parques eólicos entraram em operação com obras antecipadas em 2,5 anos do prazo estipulado pela Aneel 

Campinas, 7 de outubro de 2021. Dois anos e meio antes da data estipulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a CPFL Renováveis, empresa do grupo CPFL - líder em geração de energia renovável no Brasil, com 95,6% de sua capacidade instalada (4,3 GW) provenientes de fontes limpas -, coloca em operação a última das 23 torres do Complexo Eólico Gameleira, no Rio Grande do Norte.

“Contribuir para uma matriz energética limpa no Brasil é um dos nossos compromissos. Até 2024, temos como meta manter pelo menos 95% das fontes renováveis em nosso portfólio de geração”, afirma José Alexandre Almeida Serra, Diretor de Engenharia e Obras da CPFL.

O projeto teve início em maio de 2019, no município de Touros, no litoral norte potiguar, com investimento de R$ 397 milhões. Ao todo, são 21 km de extensão de linhas de transmissão e 81.65MW de capacidade divididos em quatro parques eólicos: Costa das Dunas, Figueira Branca, Gameleira e Farol de Touros.

A produção já está integrada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) - sistema de produção e transmissão de energia elétrica no país, que escoa a produção de acordo com a demanda de cada uma das regiões – Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. 

 

 

Mais imagens(https://we.tl/t-YUT1Xu6aUQ)

Biodiversidade. Os projetos em construção da CPFL Renováveis, como Gameleiras, podem trazer impactos sobre a biodiversidade e são realizados por meio de programas ambientais voltados à fauna e flora locais. Durante a obra de implantação do Complexo Eólico Gameleira, foram resgatados 85 animais da fauna e realocados para áreas próximas não afetadas pela implantação do empreendimento. 

Em relação à flora, durante a implantação, a CPFL Renováveis identificou uma espécie vulnerável do ponto de vista de preservação, dentro da área do empreendimento. Todas as espécies foram coletadas e realocadas também em áreas próximas, de modo que não foram atingidas pela supressão, tendo sua vida preservada. Para a vegetação suprimida, o quantitativo de floresta pertencente ao bioma Mata Atlântico foi compensado em forma de conservação florestal, equivalente a 56 hectares, já para o bioma Caatinga, será realizada a reposição de aproximadamente 5 hectares em forma de plantio, nos próximos anos.

Vale destacar ainda o projeto Produção Sustentável na Agricultura Familiar (2020), que envolve consultoria e capacitação de produtores rurais de seis comunidades próximas ao Complexo Eólico Gameleira, para manejo de pragas e escoamento da produção dos grupos. Com 90 beneficiados diretos, a iniciativa contribui para melhoria na produção, na geração de renda e na inclusão de produtos e serviços da economia local e regional. Também foram realizadas capacitações para estimular o empreendedorismo e na geração de renda, assim como palestras para prevenção do câncer de mama, entre outras ações.

Plano de sustentabilidade: Até 2024, A CPFL Energia prevê aplicar mais de R$ 1,8 bilhão em ações que impulsionem a transição para uma forma mais sustentável e inteligente de produzir e consumir energia, maximizando os impactos positivos na comunidade e na cadeia de valor. O objetivo é promover soluções que reduzem a intensidade de carbono não só das atividades da CPFL, mas também de seus clientes e fornecedores. 

Os investimentos estão divididos em 3 grandes pilares: energia sustentável – do qual o Complexo Gameleiras faz parte, Soluções Inteligentes e Valor Compartilhado. Para saber mais do nosso plano de sustentabilidade e outras ações ESG do Grupo, acesse: https://www.cpfl.com.br/energias-sustentaveis/sustentabilidade/plataforma-sustentabilidade/Paginas/default.aspx​ 

 
 

Tags:
    Campinas; Complexo Eólico Gameleiras; CPFL Renováveis; Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); Biodiversidade