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Horário de Verão termina sábado, dia 16 de fevereiro

Escrito por:

Comunicação RGE    12/02/2013

A 42a edição do Horário de Verão termina a meia noite de sábado, dia 16 de fevereiro, quando os relógios deverão ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal. Após 119 dias, desde o início do horário especial, a RGE registrou uma redução de 0,8% no consumo de energia elétrica nos 262 municípios de sua área de concessão e ainda uma diminuição de 3,1% na demanda no horário de pico, nesse período. Essa economia de consumo corresponde a 31.300 MWh, volume suficiente para atender uma cidade do porte de Caxias do Sul por 8dias, ou de Passo Fundo por 22 dias.

A aceitação da população é um dos motivos do sucesso dessa medida, uma vez que a mudança contribui para o lazer, a economia e, mais ainda, para diminuir os riscos de falta de energia elétrica em horários em que o consumo de eletricidade é maior, exigindo atenção redobrada das empresas do setor elétrico no horário de pico. A economia é possível em razão do melhor aproveitamento da luz natural, já que esta defasagem de uma hora torna os dias mais longos. O horário de pico de consumo é das 18h às 21h.

Histórico no Brasil

A medida foi adotada pela primeira vez no Brasil em 1931, mas de forma consecutiva, o Horário de Verão acontece há 25 anos.  Os estados que adotam a medida são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. E a partir de 2012 conforme decreto n.º 7826 o estado de Tocantins.

História do Horário de Verão

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, não existe um consenso sobre a criação do Horário de Verão. Alguns estudos afirmam que ele foi criado por Benjamin Franklin, em 1784, nos Estados Unidos. Ele percebeu que durante alguns meses o sol nascia antes das pessoas se levantarem. Então, se os relógios fossem adiantados em uma hora, a luz do dia poderia ser melhor aproveitada e ainda, haveria economia de velas (já que naquela época não tinha energia elétrica). Na época, ninguém se interessou pela ideia.

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