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 Conseqüência

​Requer-se de todo Colaborador da CPFL que assuma todas as consequências de suas condutas. Toda ação tem uma consequência de igual peso e valor, teria dito Isaac Newton. No campo da moral e da ética tal sentença é igualmente válida. Costuma-se ouvir tal sentença, porém, em tom de ameaça punitiva. Mas moral e ética não combina com punição. Se a moral e a ética são construções humanas históricas e culturais com o objetivo de regular o convívio humano na sua relação com a natureza e na cultura, o essencial do que se pretende seria produzirem-se novas oportunidades de aprendizagem de condutas adequadas. Mais do que em punições morais, portanto, cabe falar em aprendizagens. Por isso o conceito principal na política de consequências decorrentes de um Código de Ética é o de medidas disciplinares. 

Medidas disciplinares não são propriamente punitivas e sim interferências educativas que visam a propiciar a aprendizagem de condutas mais adequadas (disciplina significa, literalmente, condição de aprendizagem). No limite, porém, há condutas que podem ser passíveis de punição e isso pode ser um bom dispositivo disciplinar para os demais Colaboradores, pelo poder da exemplaridade.

As consequências das condutas inaceitáveis devem estar previamente circunscritas em documento institucional da empresa. A maior ou menor flexibilidade ou tolerância diante delas definirá o caráter mais disciplinar ou mais punitivo da empresa. O tema da consequência, portanto, está associado ao da autonomia.