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 Visão da CPFL

A opção do Grupo CPFL Energia por adquirir, desenvolver e construir parques eólicos, através da sua subsidiária CPFL Renováveis é uma evidência do compromisso da companhia de investir em fontes renováveis de energia, além de ser uma amostra da atenção permanente do grupo para o desenvolvimento e incorporação de novas tecnologias e novos modelos de negócios no mercado de eletricidade, alinhados com a missão de prover energias sustentáveis à sociedade. Nessa escolha, a CPFL Energia aliou à questão da sustentabilidade o aproveitamento de recursos naturais abundantes no país no desenvolvimento de uma estratégia de expansão que busca, ao mesmo tempo em que diversifica as opções que oferece ao mercado, ampliar o seu porte e a sua competitividade, e manter-se na liderança em energias renováveis na América Latina.

Nos últimos anos, a geração eólica surgiu no cenário da geração de energia do país como forte candidata a se tornar uma das fontes preferenciais de energia na busca por uma complementação do parque gerador brasileiro, que tem como principal característica uma participação de mais de 80% das usinas hidrelétricas na matriz de energia elétrica. A geração eólica, que por muitos anos foi vista no Brasil como uma alternativa inviável economicamente, devido aos elevados custos de geração, encontrou nos últimos cinco anos um terreno fértil para o seu desenvolvimento no país. Concorreu para que a geração eólica experimentasse um ciclo de prosperidade no Brasil um conjunto de fatores. O país dispõe de imenso potencial para o desenvolvimento desta fonte. Cálculos oficiais dão conta de que os ventos apresentam, no Brasil, potencial para atender um parque com capacidade estimada em 143mil MW.

Mas outros fatores contribuíram para a rápida expansão. A crise econômica que tem afetado seriamente as economias mais desenvolvidas desde 2008 provocou a redução de programas de subsídios a fontes alternativas de energia principalmente na Europa, ao mesmo tempo em que os investidores se mostraram mais arredios a promover novos investimentos.

Em contrapartida, a continuidade do crescimento econômico no Brasil fez com que os fabricantes de equipamentos de geração eólica se voltassem para o país como alternativa para o surgimento de novas encomendas. Com esse movimento, o país, que contava com a presença de apenas um fabricante de equipamentos há cerca de 6 anos, hoje é um mercado disputado por ao menso 15 diferentes fabricantes. O desembarque no país de fabricantes internacionais de equipamentos de geração eólica contribuiu para assegurar maior competitividade à energia eólica, dentre as fontes consideradas alternativas.

A redução do custo de geração a patamares mais competitivos em relação às chamadas fontes convencionais, associada a estímulos oferecidos pelo governo federal, como o desconto na tarifa de transmissão, contribuíram para uma expansão do parque gerador eólico no Brasil. De acordo com informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão regulador do setor elétrico, o Brasil conta com 81 usinas eólicas, que reúnem uma potência instalada de cerca de 1,8 mil MW – o que corresponde a 1,4% da capacidade total de geração do País.