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Gestão de impactos
ambientais dos veículos da RGE
Nas atividades da RGE os veículos são
uma importante fonte de impactos ambientais,
tais como emissões atmosféricas,
consumo de combustíveis e geração
de resíduos decorrentes de sua manutenção.
A frota da empresa é de cerca de 600
veículos, e no processo de gestão
da mesma são seguidas várias diretrizes
de meio ambiente, possibilitando que os impactos
ambientais sejam evitados, minimizados ou controlados.
Para gerenciamento do consumo de combustíveis,
cada veículo é monitorado individualmente
quanto a seu rendimento com o combustível
que utiliza, possibilitando que os problemas
de ineficiência sejam identificados e
corrigidos, havendo também casos em que
os veículos deixam de fazer parte da
frota da RGE.
Um importante controle realizado é referente
à medição da quantidade
de material particulado (fumaça preta)
emitido por veículos a diesel, que é
realizada em centros de inspeção
veicular com o uso de aparelhos chamados de
opacímetros. As medições
são anuais, e quando são constatados
problemas nos veículos, os mesmos são
imediatamente encaminhados para manutenção
corretiva.
Ainda em relação às emissões
atmosféricas, também é
relevante o fato de que atualmente a RGE abastece
exclusivamente com álcool seus veículos
que possuem a tecnologia flex. Esta iniciativa
tem como base o fato do álcool ser um
combustível renovável, o que possibilita
que as emissões de gás carbônico
(CO2) possam ser consideradas como neutras.
A manutenção dos veículos
é outro aspecto que demanda cuidados
com relação ao meio ambiente,
para isto existem critérios para a seleção
e manutenção de oficinas prestadoras
de serviços. “Antes de serem firmados
convênios da RGE com oficinas mecânicas,
é realizado um processo de qualificação
do fornecedor, onde são observados aspectos
referentes às instalações
da oficina, bem como em relação
à destinação dada aos resíduos
gerados pelas atividades, tais como a garantia
de que óleos lubrificantes são
encaminhados para reciclagem. Quando o fornecedor
não atende à expectativa da RGE,
o mesmo é orientado a melhorar os aspectos
identificados, e se o tratamento da demanda
não for satisfatório, ele não
é credenciado”, afirma Alice Goes,
analista responsável pela gestão
da frota.
Já para os postos de combustível
onde são abastecidos os veículos
da RGE, são exigidos documentos que comprovem
a existência de licenciamento ambiental
junto à FEPAM – Fundação
Estadual de Proteção Ambiental.
O processo de gestão dos impactos ambientais
da frota de veículos é considerado
bom, pois tem sido avaliado de forma positiva
por auditores externos responsáveis pelas
avaliações de manutenção
da certificação ISO 14001 da RGE.
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